No nosso último dia em Lisboa decidimos ir para as cidades perto de Lisboa, Sintra e Évora. Em Sintra, visitamos o maravilhoso palácio de Pena, que foi construído pelo rei de Portugal D. Fernando II. Esse palácio era uma espécie de casa de campo, ou seja, o rei ou a rainha não moravam todo tempo lá. Esse castelo foi habitado por D. Pedro I, que aqui em Portugal é D Pedro IV. Ele é bastante bonito e tem muitos quartos. Tem até uma sala para a rainha se trocar. Foi bastante interessante.
Vistamos também a cidade de Évora, onde a principal atração é a capela dos ossos, que é uma capelinha ao lado da igreja de São Francisco, onde as suas paredes são cheias de ossos e crânios. Lá tem mais de 5000 crânios com uma frase bastante interessante para meditarmos "Nós ossos que aqui estamos, pelos vossos aguardamos", que pode ser um alívio ou um motivo de curiosidade.
E assim, terminamos nossa viagem, com a certeza de que os portugueses nos ensinaram muito. Obrigado a você também que nos acompanhou nesse blog. Você foi peça fundamental a nós.
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Até a próxima viagem.......
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Segundo dia em Lisboa
No segundo dia em Lisboa decidimos ir para o bairro de Belém, onde vimos primeiramente o monumento dos descobridores, uma grande barco com a estátua do infante de D. Henrique na frente e as estátuas dos descobridores (como Vasco da Gama e Pedro Álvares Cabral), dos reis (como D. Afonso V) e de pessoas da igreja que ajudaram na descoberta de novos mundos. Esse monumento é importante, pois nos lembra de como esses gigantes são importantes para que novos mundos do mundo aparecesse, ampliando uma nova era. E para essa era chegar nem o mar mesmo os impediu. Lembro-me do poema de Camões: “Cesse de tudo aquilo que a antiga musa canta, pois um valor mais alto se alevanta”.
Vimos também o mosteiro dos jerónimos, um grande local que os monges habitavam com grande incentivo da coroa portuguesa. Hoje, sua principal atração são os túmulos de Fernando Pessoa, Alexandre Herculano, a pessoa que mudou a política e a história portuguesa, Luiz Vaz de Camões, grande poeta que relatou as aventuras marítimas dos séculos XV-XVI e de Vasco da Gama, um grande navegador que conseguiu contornar a África chegando a Calicute na Índia. É impressionante a arquitetura e detalhes que o mosteiro tem, além da capela que é bastante bonito.
E por último fomos ao aquário de Lisboa, o que nos impressionou muito. Lá tinha todo tipo de peixe que alguém possa imaginar. Tinha lá uns bem feinhos, é verdade, mas foi bastante impressionante observar como é a vida dentro de um oceano. Encontramos também lá aquários específicos de cada oceano, como a do oceano antártico, índico e outros. Além dos peixes, encontramos também pinguins e lontras marinhas. Foi muito bom. No final, vimos um vídeo explicativo sobre como o aquário trabalha e vimos que lá é um verdadeiro spar, pois dão a comida na boca dos animais. Fiquei um pouco impressionado quando vi a comida sendo dada para um tubarão, mas a visita valeu a pena e foi muito bom.
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Lisboa: Centro Histórico e Castelo de São Jorge
No nosso primeiro dia em Portugal, decidimos conhecer a simpática e charmosa cidade de Lisboa. Depois de andar um pouco na avenida principal, admirando as flores plantadas e as folhas caindo, fomos parar no centro histórico. A primeira coisa que percebemos foi como ele é diferente do resto da cidade. Diversas casinhas e lampiões de estilo antigo distribuem-se pelas ruas tortuosas e estreitas.
Para pessoas como nós, que não conhecíamos a cidade, o único modo de andar é a pé ou tomas um dos bondes que circulam pelas ruas, pois, por ser bastante confusa, pode-se facilmente ficar perdido nela. Depois de passear um pouco, fomos para o Castelo de São Jorge, uma das atrações mais famosas da cidade.
O castelo, que é mais um forte, possui uma linda vista da cidade. Caminhamos por suas muralhas e vimos o seu interessante periscópio, através do qual é possível ver o mar e a costa com bastante clareza.
Quando voltamos ao centro histórico, fomos visitar a praça da República, de frente para o mar, onde está uma estátua de D. Pedro IV (Pedro I para o Brasil). Apesar do vento gelado, conseguimos apreciar o espetáculo que é o pôr-do-sol na beira da praia, tendo ao fundo a bonita ponte de Lisboa.
FOTO 481 E 486
Despedida da Alemanha
O nosso tempo alemão chegou ao fim e posso dizer que é uma pena. Aprendemos bastante com o povo e a cultura alemã e dessa vez, não só vimos, mas participamos da Alemanha, participamos do cotidiano alemão numa experiência que marcará sempre a nossa vida. Talvez as pessoa possam dizer que a Alemanha foi apenas uma viagem qualquer, mas foi uma experiência de turismo e de aprendizado que não passará, mas será levada para sempre em nossa vida, em todo momento. Portanto, agradecemos a Deus por essa oportunidade, que poucas pessoas têm. Não sei como dizer. Talvez essa viagem foi mais que minhas palavras possam expressar. Então nos despedimos com um grande grito de guerra, sabendo que a experiência alemã é muito boa e de surpreender. “Viva a Alemanha!”. Que essas palavras cheguem aos vossos corações, como a Alemanha chegou a nós. Adeus. Não! Não vá. Decidimos que passaremos três dias em Portugal antes de irmos, portanto você poderá acompanhar a nossa passagem em Lisboa nas postagens abaixo.
Ano Novo
Sei que estamos um pouco atrasados, mas é importante que vocês saibam como foi o nosso feriado de São Silvestre. Ele foi passado na cidade de Berlim, no Brandebuguertor (que não tem nada a ver com Hamburguer), um grande monumento. Lá estava cheio, com mais de um milhão de pessoas. Parecia o galo da madrugada lá do Recife. Lá em Berlim vimos o show que estava acontecendo ao vivo e tivemos a impressão de uma mulher cantava a toda hora. Bom, nessa hora haja animação e ferveção. Tinha lá uns portugueses que não paravam de jeito nenhum. As músicas... Bom! Algumas estavam em inglês, outras em alemão e tinha até algumas em espanhol. Os fogos foi uma maravilha e entreteu todos. Foi muito bonito ver aquele espetáculo iluminando o céu de um novo ano. A saída foi bem complicada, pois parece que todos quiseram sair na mesma hora, logo depois dos fogos. As ruas de Berlim estavam uma loucura com muitas garrafas no chão sem falar do povo soltando os fogos na rua. Posso dizer que estávamos com medo de um fogo desse vir bem em nossa direção. Mas chegamos a estação de Metrô são e salvo, mas lá posso dizer que tinha muita, muita, muita, muita, muita, muita, muita, muita, muita, muita, muita, muita, muita gente. Na parte de pegar o metrô, tinha um guardinha em cada porta para não deixar entrar mais gente quando esgotasse. E assim, foi o nosso ano-novo alemão e posso dizer “Foi Muito Bom”.
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Fotos da Baviera - Foggensee
Segue uma sequencia de fotos que tiramos durante a caminhada de ontem. Começamos em volta do Foggensee, depois subindo até a Marienbrück, com vista ao Schlossneuscwanstein.
O dia estava frio com a temperatura abaixo de zero, o que proporciona um espetáculo belíssimo.
O dia estava frio com a temperatura abaixo de zero, o que proporciona um espetáculo belíssimo.
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Baviera -
No dia 8 de Janeiro de 2012, chegamos na Baviera, região conhecida pelas cadeias montanhosas, pelos castelos formosos e por cidades como Munique. No 1º dia de aproveitamento, nós andamos, andamos, andamos, andamos, andamos, andamos, andamos, andamos... Tá, andamos muitooooooooooo....... Até nossas pernas ficarem doendo. Manfred, um alemão que nos acompanhou, teve a péssima idéia de jogar bolas de neve em Tiago, mas surpresas ainda o aguardam. Tá a neve presente nos atrapalhou um pouco, pois ficamos perdidos, mas um homem com um cachorro nos ajudou e conseguimos. Esse foi um dia gelado!
Mas foi neste dia que realmente sentimos a neve como ela é, caminhamos por 6 horas na neve, com uma pausa para o almoço. Abaixo algumas fotos deste dia inesquecível.
Mas foi neste dia que realmente sentimos a neve como ela é, caminhamos por 6 horas na neve, com uma pausa para o almoço. Abaixo algumas fotos deste dia inesquecível.
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Schloss Neuschwanstein
Este belo castelo é considerado o cartão-postal da Alemanha. Situado perto de Füssen, foi construído por Ludwig II enquanto morava aqui. O rei, porém, ficou apenas cerca de 100 dias nesse castelo, mudando-se depois para outra cidade. Enquanto isso, o castelo ainda estava em construção (que durou 17 anos), ficando pronto somente depois da morte do rei.
Infelizmente, o castelo estav em reforma quando o visitamos, de modo que uma grande parte externa estava coberta, impossibilitando que tirássemos fotos. Mesmo assim, o castelo é enorme, imponente e muito bonito. Ele foi construído bem no estilo da Idade Média, mais especificamente do período bizantino.
Durante a visita, percebemos a grandiosidade e o luxo presentes em todas as salas. Visitamos o quarto do rei, a sala do trono, sala de reuniões, salas de estar e até mesmo uma sala que imitava uma gruta. Vimos também as cozinhas e o salão de baile, onde até hoje há concertos uma semana por ano. Também descobrimos alguns fatos interessantes, como por exemplo que Ludwig II mandou construir o castelo sem se importar com os gastos, deixando vazios os cofres da Baviera e colocando sua família em dívidas. Outra curiosidade é que apenas seis meses depois de sua morte, o castelo já abriu como museu para visitações.
O nome do castelo significa literalmente "cisne de pedra", e, por isso, em seu interior há várias pinturas e estátuas de cisne.
Apesar de não termos conseguido ver tudo, realmente valeu a pena tê-lo visitado. O castelo é tão lindo que serviu de inspiração para a Disney criar o castelo da Bela Adormecida. Muito bom!!
Infelizmente, o castelo estav em reforma quando o visitamos, de modo que uma grande parte externa estava coberta, impossibilitando que tirássemos fotos. Mesmo assim, o castelo é enorme, imponente e muito bonito. Ele foi construído bem no estilo da Idade Média, mais especificamente do período bizantino.
Durante a visita, percebemos a grandiosidade e o luxo presentes em todas as salas. Visitamos o quarto do rei, a sala do trono, sala de reuniões, salas de estar e até mesmo uma sala que imitava uma gruta. Vimos também as cozinhas e o salão de baile, onde até hoje há concertos uma semana por ano. Também descobrimos alguns fatos interessantes, como por exemplo que Ludwig II mandou construir o castelo sem se importar com os gastos, deixando vazios os cofres da Baviera e colocando sua família em dívidas. Outra curiosidade é que apenas seis meses depois de sua morte, o castelo já abriu como museu para visitações.
Apesar de não termos conseguido ver tudo, realmente valeu a pena tê-lo visitado. O castelo é tão lindo que serviu de inspiração para a Disney criar o castelo da Bela Adormecida. Muito bom!!
Lago Titisee
Nossa visita ao Lago Titisee foi o primeiro contato com neve "de verdade". Já no caminho de Freiburg para lá, vimos como a paisagem ia mudando, e como o chão e as árvores sem neve nenhuma iam aos poucos ficando branquinhos. O que não ajudou muito foi que, apesar de estar nevando, tinha muita neblina, e só conseguíamos enxergar à uma pequena distância do carro.
Ao chegarmos no lago e na cidade à sua margem, nosso primeiro problema foi encontrar estacionamento. Todos os "Parkplatz", como são chamados por aqui, estavam cheios ou cobertos de neve. Após algumas voltas, conseguimos enfim achar lugar.
O resultado final compensou todo o esforço. Apesar da neblina, tivemos uma boa visão do lago, e a cidadezinha ali perto parecia ter saído de um filme. Em pouco tempo, a percorremos observando o lago de um lado e as lojinhas do outro. No meio disso tudo, vimos crianças que se divertiam em trenós e guerras de neve. Vale também ressaltar a torre do relógio, que a cada hora avisava, como os velhos relógios "cuco".
Depois da andada na cidade, nada melhor do que entrar em um café e tomar um bom chocolate quente, observando a neve cair na rua...
Ao chegarmos no lago e na cidade à sua margem, nosso primeiro problema foi encontrar estacionamento. Todos os "Parkplatz", como são chamados por aqui, estavam cheios ou cobertos de neve. Após algumas voltas, conseguimos enfim achar lugar.
Depois da andada na cidade, nada melhor do que entrar em um café e tomar um bom chocolate quente, observando a neve cair na rua...
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Lutherstadt-Wittemberg
| Casa onde morou Lutero |
| Igreja do Castelo de Wittemberg |
| Túmulo de Melanchthon |
Hoje durante a nossa viagem de volta de Berlin, fomos a
Wittemberg, que fica uns 80
quilômetros ao sul de Berlin. Hoje a Cidade mudou de
nome e chama-se Cidade de Lutero – Wittemberg, pois foi aqui que Lutero, em
1517, pregou as 95 teses, e foi a gota dágua para a reforma protestante.
Infelizmente, chegamos em uma segunda-feira, assim não
pudemos visitar a casa onde ele viveu e hoje é um museu, bem como a casa de
Melanchtos, que estava em reforma.
Visitamos a Igreja, que fica junto ao Castelo do Conde
Friedrich, que deu proteção a ele durante o desenvolvimento de toda a Reforma.
sábado, 7 de janeiro de 2012
Freiburg
Hoje chegamos a Freiburg, onde mora Reginaldo, um brasileiro que mora na Alemanha há mais de 20 anos. Essa pequena cidadezinha é cortada por uma série de canais, e possui várias casinhas antigas que a tornam ainda mais charmosa. Ao atravessarmos os portões da cidade, o vento estava bastante forte. Depois, começou a chover, e mais tarde, a nevar. Para nós, que nunca vimos isso antes, foi muito lindo ver a neve caindo e se acumulando nos telhados e sobre os carros. Porém, após pouquíssimo tempo, parou de nevar e o tempo esquentou. Quando escureceu, saímos para dar uma volta na cidade. Andamos pelas ruas de pedras e vimos as casinhas, lojas e restaurantes que enfeitam Freiburg. Não é difícil entender porque ela é considerada uma das cidades mais bonitas da Alemanha. Sua famosa catedral gótica que levou mais de 500 anos para ser construída, encontra-se no meio de um grande pátio no centro. Os bondes que cortam a cidade servem como transporte para a maioria das pessoas.
Neues Museum
Primeiramente, preciso esclarecer que o goleiro da seleção alemã, Neuer, não tem nada a ver com este museu. Bom, ele não tem, mas a arte egípcia sim (que mudança de assunto). O neues museum abriga obras de arte de estilo egípcio. Lá, pudemos apreciar muitas coisas que nos levam ao norte da África, às margens do rio Nilo. Nessa teletransportação à civilização egípceas, vimos múmias, sacorfágos, escrituras em papiro e coisas do tipo. Pudemos apreciar também a lei da frontalidade (técnica de pintura) e várias características dos faraós.Não nos esqueçamos dos vários deuses como Rá e Anúbis que estavam representados no museu. O auge do museu é quando vemos Nerfetite, rainha do Egito e esposa do faraó Amenófis IV. Neste busto, vemos a perfeição do realismo e da beleza humana com cores e tudo. Mas infelizmente não pudemos tirar foto dela. Mas a visita valeu a pena e vimos que arte egípcea nos leva a muito mais do que eu possa escrever aqui.
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Zoo Berlim
Além dos animais de sempre, vimos também alguns que só conhecíamos pela TV, como pingüins, elefantes, ursos panda, pardos e polares, focas... Também não pudemos deixar de notar que esses animais vinham de todos os lugares do mundo, como os lobos do Canadá ou os bodes das montanhas.
E, por fim, visitamos o Aquário, que é um dos principais atrativos do local. Trata-se de um edifício enorme, com uma exibição muito interessante. No primeiro andar se encontram os peixes; milhares de espécies de todos os lugares do mundo, além de caranguejos, polvos, tubarões, águas-vivas e arraias. Nos outros andares estão os répteis, anfíbios e insetos. É uma atração muito boa que vale a pena ver!
domingo, 1 de janeiro de 2012
Museu Judaico
No dia 29 de Dezembro visitamos o museu judaico. Foi um dos museus mais bem projetados que já conheci e também um dos mais seguros: para entrar passamos por uma porta para detectar metais . O museu foi projetado na forma de três eixos: eixo do exilio, eixo do holocausto e eixo da continuidade. O eixo do exilio conta histórias de famílias que fugiram na época da perseguição nazista. Este eixo termina com o jardim do exilio, um monumento com 49 colunas de concreto com tamanhos diferentes e em cada coluna foi plantada uma oliveira, simbolizando o recomeço. As colunas foram feitas em um terreno inclinado de forma que quando a gente anda se sente desequilibrado e confuso, representando o medo e a confusão na chegada na nova terra.
O eixo do holocausto mostra relatos e fotos de famílias que morreram na guerra. Tudo feito de uma maneira sem ser chocante, mas que causava na gente um sentimento de tristeza ao ver objetos que crianças levavam quando partiam para o campo de concentração ou joias que uma determinada família deixou para que vizinhos cuidassem dos filhos, que foram descobertos e mortos num campo de concentração (filhos e pais).
Este eixo leva a uma sala completamente escura e fria onde não se ouve nada, representando o fato que o holocausto levou a nada.
O eixo da continuidade é uma escada imensa, que quando subimos, iniciamos uma descida que conta toda a história do povo judeu começando com o Abraão. Esta mostra é bastante completa, foi possível ver o torah, entre outros documentos importantes. Também foi interessante ver como os judeus contribuíram para o crescimento econômico da Alemanha.
Um fato curioso foi que na primeira guerra vários judeus se alistaram para lutar pela Alemanha como uma forma de serem aceitos pela sociedade alemã. Como a Alemanha perdeu a primeira guerra, alguns políticos começaram a culpar os judeus pelo fracasso na guerra e começou a perseguição. Mas a vida continuou e este caminho termina com fotos de judeus que vivem na Alemanha.
Berlim...
Nós estávamos bastante curiosos a respeito de como seria Berlim. Mesmo Antônio e Edna, que moraram na Alemanha durante seis anos, nunca tinham ido lá. E, apesar de tudo que já nos tinham falado dela, a cidade ainda assim nos surpreendeu.
O transporte público também é muito bom. Há dois tipos de metrô, além do bonde e do ônibus. Há estações em vários pontos da cidade, e em cada uma delas tem máquinas automáticas, onde você pode comprar o ticket para quanto tempo e quantas pessoas quiser. O local, assim como os metrôs, são limpos e sinalizados de modo que é impossível se perder. E, além disso, em todas essas estações estão sempre passando as diferentes linhas, de modo que você não espera quase nada.
E, por fim, não poderíamos deixar de falar do comércio. Como chegamos logo depois do natal, ainda pudemos ver os “Weinachtensmarkt”, ou Mercados de Natal, pequenas feirinhas nas praças onde se vendiam lembrancinhas, decorações de natal e lanches. A decoração, é claro, nada deixa a desejar.
Deutsches Technikmuseum Berlin
Como o próprio nome diz, ele trata do aspecto técnico, mas vai muito além disso, abrangendo a história, importância e usos dos mais variados objetos. Começamos (é claro!) pelos computadores, mas também vimos TVs, rádios, telégrafos e máquinas de costura e teares mecânicos. Ele também mostra o processo de imprensa e de produção de papel, e possui todo um prédio dedicado aos meios de transporte: aviões, barcos, carros e trens.
Resumindo, é uma experiência única que com toda a certeza vale a pena ver (pena que não conseguimos ver tudo)!
Altes Museum
Instrumentos, preparai-vos
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